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quinta-feira, 31 de março de 2011

Ministra dos Direitos Humanos diz que Câmara deve “tomar providências” contra Jair Bolsonaro

Poder Online

quarta-feira, 30 de março de 2011
 
Congresso | 17:40
 
 
A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, afirmou ao Poder Online que a Câmara precisa “tomar providências” contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que relacionou negritude à promiscuidade em resposta à Preta Gil durante o programa CQC, da Band.
– Espero que ele pare de se esconder atrás da imunidade. Acho que a Câmara deveria tomar providências. Eu mesma entrei com ação contra ele, mas foi arquivada — disse a ministra.
Para quem não se lembra, Maria do Rosário e Jair Bolsonaro quase saíram no tapa em bate-boca no Salão Verde da Câmara:




Veja a justificativa de Bolsonaro: “Negra pode, mas não a Preta Gil”.
 
 
 
 

domingo, 20 de março de 2011

PMs da Rota são filmados ao misturar droga em tambor em SP

19/03/2011 - 04h37

ANDRÉ CARAMANTE
DE SÃO PAULO

Imagens das câmeras de segurança de um depósito para materiais de construção colocaram em dúvida a atuação de oito policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), tida como a tropa de elite da PM paulista, e foram usadas na revogação da prisão de quatro suspeitos de tráfico de drogas.




Os PMs foram filmados ao misturar num tambor um pó branco que disseram ser cocaína. Com base nas imagens, a Corregedoria da PM investiga a quantidade de droga apresentada pelos homens da Rota à Polícia Civil, se eles pegaram ou não parte do pó branco e também o grau de pureza do material.
Dos 19 PMs que estiveram na depósito, 3 são oficiais. Oito foram filmados ao misturar o pó branco no tambor. Eles dizem que o pó eram 17,5 kg de cocaína.
Pela lei, os PMs deviam ter preservado o local e a maneira como o pó branco foi encontrado. Para a Justiça, as imagens deixaram dúvida sobre a "materialidade" do crime de tráfico de drogas imputado aos quatro acusados pelos policiais da Rota.
Os PMs disseram à Polícia Civil ter apreendido o pó branco em uma mala que seria dos quatro acusados por eles de tráfico de drogas.
Os outros 11 PMs são investigados por acobertar os demais na operação de 20 de outubro de 2009, no Parque Santa Madalena (zona leste).
Em maio de 2010, o Tribunal de Justiça enviou as imagens para o secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, para que ele tomasse providências.
Os PMs gravados ao misturar o pó branco são o segundo-tenente Phelipe Barreto Regonato, o subtenente Sérgio Antonio Soares Santana, o cabo Andrews da Silva e os soldados José Bezerra Leite, Elenilton Alves Gomes, Aleixo Romano Cesário, Silvio Leal Carvalho e André Luiz de Oliveira Júnior.
A Folha tentou falar com os PMs e com o comandante-geral, coronel Álvaro Batista Camilo, mas ninguém quis comentar o caso. A corporação também se recusou a informar se eles foram afastados das ruas.





terça-feira, 15 de março de 2011

Prazer de comprar pode se transformar em dívidas e dor de cabeça

Bom Dia DF > 15/03/2011 > Reportagem

No Dia Mundial do Consumidor, especialistas alertam que as compras por impulso podem comprometer o orçamento.


As facilidades de compras são atraentes e é difícil resistir. “Eu acho que é tipo um nervoso, uma ansiedade, uma coisa assim que me faz comprar, o que vejo vou comprando, tenho um monte de bolsas", conta a aposentada Josefa da Silva. A técnica em enfermagem Wilma Barreto a já chegou a esconder sacolas de compras debaixo da cama para o marido não ver. Hoje, ela diz que está controlada, mas admite que já comprou roupa e nem usou. “Às vezes, quando tinha problema, eu vinha para o shopping, achava que era uma terapia, mas não era, aumentava mais, ficava endividada. Hoje eu tenho mais controle, não tenho nenhum cartão, mas cheguei a ter quatro”, lembra.

Na avaliação do professor de administração Rafael Barreiros Porto, fazer compras como terapia não é desculpa para o endividamento. “Existem algumas pesquisas que tentam demonstrar o efeito de determinadas características de personalidade ou estado de humor nas compras, só que os resultados geralmente não são satisfatórios. Isso quer dizer que tanto faz a pessoa ser alegre ou triste, isso não interfere ou não está muito relacionado probabilisticamente com as compras que ela faz”, explica.

A publicitária Patrícia de Paula é uma ex-consumidora compulsiva assumida. Quando estava recém-formada, ela gastou muito além do recebia por mês e só se deu conta que a situação fugiu do controle quando passou a dividir as faturas dos cartões de crédito e entrou no cheque especial. “A pior parte é quando você vai buscar o cheque na loja, chega e tem lá uma pastinha com um monte de cheque, aí dá até um alívio de ver que não é só o seu que volta, mas eu acho super vergonhoso”, relata.

Paula ainda tem peças com etiqueta no armário, mas garante que a fase consumista passou e hoje ela só tem roupas que realmente usa. Para facilitar no exercício de desapego de roupas e sapatos, Patrícia resolveu montar um brechó on-line. “No dia que decidi tirar tudo do armário, pensei, meu Deus o que eu vou fazer com isso?”, relata. O brechó deu certo e logo no primeiro mês ela faturou R$ 2 mil – o que ajudou na tarefa de colocar as contas em ordem.

A consultora financeira Carolina Ligocki dá uma dica para quem não consegue sair de um shopping sem nada nas mãos: “É motivante sair de uma loja cheia de sacolas, é muito bom, é prazeroso. A questão é: está muito motivado a comprar? Então vá embora, vai para casa, espera um dia, dois dias e se realmente for valioso. Evite comprar na hora porque às vezes a gente se arrepende”, recomenda.

Acesse ao vídeo e confira a entrevista completa com o diretor do Procon, Oswaldo Morais, ele fala sobre as reclamações faturas dos cartões de crédito são muito grandes e também sobre o Dia Mundial do Consumidor.
Flávia Alvarenga / Luiz Pereira / Wesley Araruna





sexta-feira, 11 de março de 2011

O que diz a mãe de Jaqueline Roriz, dona Weslian, sobre a corrupção em sua família


sexta-feira, 11 de março de 2011
 
Estados | 07:03
 
A propósito do filme que vazou da Polícia Federal — com a deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) e o marido flagrados recebendo dinheiro de Durval Barbosa (aquele do Mensalão do DEM) –, vale rever o trecho do vídeo com os melhores momentos do primeiro debate eleitoral na TV que a mãe de Jaqueline, Weslian Roriz, participou, durante a disputa pelo governo de Brasília.
Naquele debate, a esposa do ex-governador Joaquim Roriz falou sobre os princípios rígidos de sua família contra a corrupção.


Veja só:


 
 
 
 
 
 

sábado, 5 de março de 2011

Eu acho que alguém vai passar o carnaval trabalhando…

Vídeo do comentário polêmico da jornalista Rachel Sheherazade da TV Tambaú, afiliada SBT da Paraíba, falando o que ela acha do carnaval.
Tem quem concorde com a jornalista!






No vídeo abaixo ela comenta a repercussão do seu vídeo na internet e esclarece qual era sua intenção com a crítica.




quinta-feira, 3 de março de 2011

Apresentador da Record diz que Campo Grande, MS, é "terra de gente feia", onde, infelizmente, nasceu Luan Santana!


Clique sobre o link abaixo para assistir:





Incra de Mato Grosso do Sul volta às mãos da velha turma


quinta-feira, 3 de março de 2011
Governo | 07:03

Incra de Mato Grosso do Sul volta às mãos da velha turma

A pedido da cúpula do PMDB do Mato Grosso do Sul, a presidenta Dilma Rousseff está prestes a nomear o ex-senador Valter Pereira (MS) para a Diretoria de Obtenção de Terras do Incra.
Trata-se de uma nomeação que o Ministério Público Federal considera problemática. Foi justamente o ex-senador quem indicou Waldir Cipriano para a superintendência do Incra no Estado.
Em outubro do ano passado Cipriano foi detido, junto com todo o seu staff e mais 20 pessoas, sob acusação de montarem um esquema no Incra de compras superfaturadas de terras e vendas ilegais de lotes de assentamentos.

Autor: Tales Faria

 
 
 
 

terça-feira, 1 de março de 2011

Site do Estadão divulga áudio que antecipa o obituário de Sarney pela Rádio Senado

28/02/2011

às 19:46 \ Direto ao Ponto
 
 
Um dos sonhos de todo pai-da-pátria é saber como será registrada a indesejada, porém inevitável viagem desta para pior. Segundo o site do Estadão, que divulgou o áudio, a  Senado já gravou o obituário de José Sarney. Confira. E admita que Tom Jobim tem razão: o Brasil não mesmo para amadores.






segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Deputada cadeirante emocionou a Câmara com discurso em defesa dos portadores de necessidades especiais

Poder Online

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Congresso | 06:14
 
 
Mara Gabrili (Foto: Rodolfo Stuckert/Agência Câmara)


Como se sabe, a deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP) foi quem convenceu a diretoria da Câmara a instalar um elevador para acesso de cadeirantes à tribuna e à Mesa Diretora.
Gabrilli ficou tetraplégica após um acidente de carro. Recém-eleita, forma com Rosinha da Adefal (PTdoB-AL) e Walter Tosta (PMN-MG) a bancada de deputados que se ultizam de cadeiras de rodas.
Publicitária, psicóloga, colunista da revista TPM e ex-secretária municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida da Prefeitura de São Paulo, ela própria estreiou o elevador em seu primeiro discurso da tribuna, na última quinta-feira.
Foi um dos poucos momentos em que o discurso de um deputado terminou sob uma salva de palmas dos colegas:




Autor: Tales Faria

http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2011/02/28/deputada-cadeirante-emocionou-a-camara-com-discurso-em-defesa-dos-portadores-de-necessidades-especiais/



domingo, 27 de fevereiro de 2011

Deixar de transferir terreno pode gerar sérias dores de cabeça, alerta defensor

27/02/2011 17h08


Fonte:http://www.correiodoestado.com.br/noticias/deixar-de-transferir-terreno-pode-gerar-serias-dores-de-cabe_100756/

Problemas podem ir desde golpes até casos de dívidas antigas, quando o terreno é levado a leilão

EVELYN SOUZA

Comprar um terreno e não realizar a transferência pode resultar em uma tremenda dor de cabeça. Os problemas causados pela falta dessa providência podem ir desde um processo de inventário, nos casos em que o antigo dono falece e deixa os bens aos filhos, até os casos onde a casa pode ser levada a leilão por conta de dívidas do antigo proprietário. Quem dá as orientações é o defensor público da área cível, Fábio Rombi.
De acordo com ele, o comprador deve se atentar a três coisas antes de efetuar a compra. A a primeira é procurar saber se realmente quem está vendendo o terreno é o proprietário. “As vezes a pessoa pode cair em um golpe e descobrir que quem vendeu o terreno não era o responsável por ele”, alerta o defensor.
Para certificar quem é o verdadeiro dono, o interessado na compra deve comparecer a um dos três cartórios da Circunscrição de Registro de Imóveis existentes na Capital. Nestes locais é possível ter acesso ao histórico do terreno que mostra quem é o proprietário mais recente do local.
O segundo passo de acordo com o defensor é realizar a escritura pública de compra e venda, onde estará registrada a data da compra e o nome do vendedor e comprador. O terceiro e último passo é a averbação (registro da compra) que deve ser feita no cartório de imóveis responsável pela área em que se localiza o terreno.

Problemas

Existem casos em que a pessoa compra um terreno e anos depois aparece o verdadeiro proprietário. Nesses casos, o dono pode entrar com uma ação de Reintegração de Posse e provar que o terreno é de sua propriedade. “Nesses casos o verdadeiro dono é quem fica com o terreno e quem sofreu o golpe sai no prejuízo e ainda fica sem casa”, alerta o defensor.
De acordo com Fábio Rombi outro problema muito comum é comprar o terreno e não realizar a transferência por motivos financeiros. “O indivíduo realiza a compra e faz um acordo para transferir o imóvel posteriormente”. De acordo com o defensor se caso o proprietário venha a falecer, o terreno pode acabar entrando em um processo de inventário, o que pode dificultar a transferência.
O defensor alerta para que os compradores coloquem no papel todos os gastos com a compra. “Não basta apenas ter o dinheiro para comprar, é preciso ter condições de realizar a transferência”. De acordo com o defensor, os gastos com a documentação da casa chegam em torno de 5% do valor total do imóvel.
Outro problema que o comprador pode enfrentar é se deparar com um oficial de justiça batendo em sua porta e descobrir que o terreno pode ser levado a leilão, devido a dívidas realizadas pelo antigo proprietário. “Nesses casos, o credor entra na justiça para cobrar a dívida, que se não for paga lhe possibilita requerer a penhora de bens em nome do devedor”. Nestas situações, o terreno é levado a leilão para que o valor seja usado para quitar a dívida.
Nestes casos, o comprador terá de entrar na justiça com uma ação de Embargos de Terceiro para provar que ele é o verdadeiro dono. “Se comprovado, o juiz cancela a penhora, caso contrário, corre-se o risco de perder o terreno”.
Outro problema que pode ser enfrentado é se caso a pessoa que comprou o terreno não consiga manter contado com o atual proprietário ou se esse se recuse realizar a transferência. Caso isso aconteça é necessário entrar na justiça com uma ação de Obrigação de Fazer. “Nessa ação o dono será citado por edital e diante das provas do comprador o juiz irá expedir um documento suprindo a vontade dele e determinando a transferência”, explica Fábio.
Mas os problemas não param por aí quando o assunto é transferência de imóveis. Se a compra foi apenas verbal e o antigo dono não for encontrado no momento em que o comprador deseja regularizar os documentos, o comprador deverá entrar com uma ação de Usucapião. “Nesses casos a pessoa deve provar que reside no local a pelo menos dez anos”, explica.
Para entrar com a ação de Usucapião é necessário cumprir algumas exigências estipuladas pela lei. Se o terreno for menor de 250 m² o comprador precisa esperar cinco anos para entrar com esse tipo de ação. Se o terreno for maior, é necessário esperar o tempo de dez anos. “Caso o comprador não more no terreno, o tempo estipulado passa para 15 anos”, explica.
A ação de Usucapião é um processo burocrático onde o juiz se interessa em saber quanto tempo a pessoa está na posse do terreno, o que pode ser comprovado com documentos e testemunhas. O segundo passo avaliado é saber se alguém se apresentou como sendo o proprietário do terreno nesse período de compra. Por exemplo, se alguém entrou na justiça requerendo a posse do imóvel. Se depois das provas apresentadas o juiz entender que os requisitos foram cumpridos, ele determina a averbação do terreno para o autor do processo.
Caso as provas não sejam suficientes, o comprador deverá esperar mais dez anos para entrar como uma nova ação de Usucapião.
É um processo complicado. Por isso o defensor alerta. “Providencie os documentos de compra e transferência o mais rápido possível, só assim o cidadão pode dormir tranquilo e ter certeza de que nenhum imprevisto poderá acontecer”, termina.

Endereço dos Cartórios

Cartório Salazar Serra da Cruz
Rua Barão do Rio Branco, 1079
Centro - Campo Grande – MS
Telefone: +55 (67) 3321-1828
5º Tabelionato
Dom Aquino, nº 1.293
(067) 3383-1998
Cartório do 7º Ofício
Rua 15 de Novembro, 940 - Centro - Campo Grande – MS
Telefone: +55 (67) 3384-1404


Confira orientações sobre os procedimentos de transferência de imóveis:


http://www.youtube.com/watch?v=wMLbsgwb-cg&feature=player_embedded




sábado, 26 de fevereiro de 2011

Policiais cobram para deixar detentos dormir fora da prisão

DFTV 2ª Edição

25/02/2011
Detentos do regime semiaberto pagavam propina de R$ 200 a R$ 500 por noite. Os três agentes penitenciários falsificavam os registros de retorno dos presos. Eles serão encaminhados para a Papuda.


Três agentes penitenciários estão na carceragem da Polícia Civil acusados de corrupção e serão levados até amanhã para a Papuda. Sérgio Vieira Campos, acusado de chefiar o esquema de corrupção, trabalha há quase 30 anos na polícia. Faltavam 10 dias para ele se aposentar. O agente está no topo da carreira, com salário de R$ 11,8 mil.

Antônio Amilton Marinho Crema tem 25 anos de serviço público – cinco deles na polícia. A Corregedoria não informou o salário; mas, pelo tempo de serviço, é estimado em R$ 7,2 mil. O terceiro é Luiz Pereira de Souza. Ele tem15 anos de polícia e salário não foi informado.

Eles trabalhavam no Centro de Progressão Penitenciária, no SIA, onde os presos do regime semiaberto voltam para dormir depois de passar o dia fora. Segundo a denúncia, os agentes falsificavam os registros de retorno dos detentos.

Os policiais passaram a ser investigados pela Corregedoria em abril do ano passado, depois de denúncia de colegas que não participavam do esquema. Segundo a polícia, os agentes cobravam de R$ 200 a R$ 500 por noite que os detentos passavam fora da prisão. Alguns ficavam até três dias seguidos fora – ao custo de R$ 1,5 mil.

De acordo com a Corregedoria, 49 presos teriam pagado propina aos policiais. Um deles ajudava a recrutar outros detentos e recebia uma comissão por isso. Eles vão voltar ao regime fechado e responder por corrupção ativa. Os agentes podem pegar até 16 anos de prisão. A pena pode ser aumentada em um terço por se tratar de policiais.

Os policiais respondem por corrupção passiva, formação de quadrilha e podem ser expulsos da corporação. “Vão responder procedimento administrativo disciplinar e, se condenados, ao final, eles então irão para a rua. A pena é de demissão”, declara a corregedora da Polícia Civil Cláudia Alcântara.

Rita Yoshimine / José Carlos

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O que fazer quando um parente ou amigo pede dinheiro?

Veja dicas de consultores para não ter prejuízos com empréstimos e pedidos para ser fiador de familiares e conhecidos

Carla Falcão, iG São Paulo | 25/02/2011 05:21

Você estava tomando sua cerveja tranquilamente no churrasco de família quando seu cunhado apareceu e, depois de uma conversa bastante estranha, pediu dinheiro emprestado para pagar algumas contas. Ou estava fazendo compras no shopping quando sua melhor amiga, alegando que aquela promoção de uma grife famosa é imperdível, pediu seu cartão de crédito para comprar mais um par de sapatos.

Se você (ainda) não passou por uma situação semelhante, com certeza conhece alguém que já tenha ouvido esse tipo de pedido de parentes e amigos próximos. Mas, o que fazer quando um familiar ou conhecido pede dinheiro emprestado, quer fazer compras com seu cartão de crédito, precisa de um fiador ou quer usar seu nome em um financiamento?
A primeira recomendação de consultores especializados em finanças pessoais é uma só: diga não. “Se o valor for pequeno e você tiver fôlego financeiro e disposição para tanto, simplesmente dê o dinheiro sem esperar retorno. Mas, se a quantia for significativa, negue o pedido sem culpa”, afirma Mauro Calil, educador financeiro e autor do livro “A Receita do Bolo”.
Ainda que num primeiro momento pareça crueldade negar ajuda, a decisão de se envolver nas dívidas de terceiros pode desestabilizar sua vida financeira e comprometer seu orçamento. E aí, você tem grandes chances de fazer parte do imenso grupo de brasileiros endividados. Mas, como fugir dessa saia justa?
Diretora da Fharos Consultoria, Dora Ramos afirma que o ideal, nessas situações, é sair pela tangente. “Ao ouvir os apelos emocionados de quem precisa muito de dinheiro, diga que precisa pensar antes de dar a resposta. Jamais se comprometa no calor da emoção. Não é durante uma festa ou uma conversa informal que você vai avaliar a situação com clareza”, afirma.

Marido avarento, esposa bruxa

Para quem é casado, existe ainda outra boa desculpa para fugir desses pedidos. Não importa se o dinheiro emprestado é do marido ou da esposa, o fato é que existe um vínculo jurídico unindo o casal e, nesse caso, qualquer perda pode abalar a situação financeira de ambos.


Foto: Wagner Meier / Fotoarena 
O funcionário público Márcio Branco não se constrangeu em negar pedidos de empréstimos

“Se você não consegue dizer não sozinho, uma alternativa é colocar a “culpa” em seu cônjuge, alegando que não quer ter problemas em casa”, diz o professor do curso de Administração do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Wilson Pires. Em geral, essa justificativa costuma funcionar, embora a fama de bruxa ou de miserável acabe por recair sobre quem “impediu” a transação.
Mas, se nem mesmo essa desculpa funcionar, vale apostar em uma conversa franca e direta. Afinal, trata-se do seu dinheiro, ressaltam os consultores. O funcionário público Márcio Branco, que já emprestou dinheiro para amigos em três ocasiões diferentes, não se sentiu constrangido ao recusar outros pedidos semelhantes. “Se a pessoa toma a liberdade de falar com você sobre o assunto, ela tem que estar preparada para ouvir a resposta, seja positiva ou não”.
Branco recebeu, sem dificuldades, todos os valores que emprestou. Mas, sabe que não existe maneira mais fácil de perder um amigo ou entrar em conflito com um parente que emprestar dinheiro. “O risco de levar um prejuízo é grande”.

Pagamento em dia é exceção

A secretária Vanessa Gotardo sabe bem o que é isso. Em 2004, ela emprestou R$ 600 para uma amiga de muitos anos que, aos prantos, lhe pediu dinheiro depois de ter sofrido um assalto. O pagamento, conta Vanessa, seria feito tão logo ela equilibrasse as contas. Mas, o tempo foi passando sem que a amiga fizesse qualquer referência ao empréstimo. Um dia, se encontrarem por acaso. “Elogiei os sapatos novos dela, sem sequer pensar no dinheiro que ela me devia. Foi um constrangimento. Ela ficou muito brava e se defendeu, dizendo que precisava comprar sapatos assim como qualquer outra pessoa”.
Depois desse episódio, as duas se afastaram de vez e Vanessa perdeu não apenas a amiga como também os R$ 600. “O que mais me incomodava era o fato de não receber nenhuma justificativa dela sobre o não pagamento. Afinal, o fato de ter o dinheiro disponível para o empréstimo não significava que esses recursos não fariam falta para mim”.
São casos como o de Vanessa que levam os especialistas em finanças pessoais a aconselharem que ninguém entre em uma situação semelhante. Mas, se negar o pedido é uma alternativa fora de cogitação por motivos pessoais, vale a pena tomar alguns cuidados.
Pedir garantias é o primeiro passo para reduzir as chances de tomar prejuízos nos negócios com parentes e amigos. Se você aceitou atender a um pedido, o outro lado também tem que estar disposto a cooperar, afirmam os consultores. “Existe uma cultura no Brasil de que, se você pede uma garantia em operações desse tipo, está duvidando da palavra e do caráter da outra pessoa. O apelo emocional é muito grande”, diz Calil.
Nesse caso, o recomendado é ignorar o tom dramático do pedido e insistir no acerto de uma garantia de pagamento, que pode ser um cheque, um contrato de confissão de dívida, uma promissória ou até mesmo um bem. Via de regra, as pessoas que não aceitam garantias são justamente as que vão dar problemas, alerta o educador. “Quem não quer se comprometer com o pagamento está pré-disposto a dar o calote”.

Faça como os bancos

Outra dica é: faça a análise de crédito da pessoa da mesma maneira que os bancos e financeiras fazem. Se o histórico não é bom, não empreste. Se o indivíduo deve a todo mundo, não é a você que ele vai pagar.
Por fim, tome muito cuidado com as aparências. Nem sempre quem parece estar apenas passando por um mau momento merece crédito. Calil conta que conheceu o caso de um executivo que todos os anos pedia dinheiro emprestado a um amigo para pagar o IPVA de seus carros recém-comprados, entre eles um Pajero e um Fusion. “`É o caso típico de pessoas mal-educadas financeiramente, que confundem crédito com renda e vivem acima de suas posses, aparentando algo que não são. E aí, você é o bobo que financia os sonhos de terceiros”.

Leia as recomendações dos consultores para saber o que fazer quando um familiar ou conhecido pede dinheiro emprestado, quer fazer compras com seu cartão de crédito, precisa de um fiador ou quer usar seu nome em um financiamento.




quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Alunos são filmados fazendo sexo dentro de sala de aula

Publicação: Quarta-feira, 23/02/2011 às 14:21:35   Atualização: 23/02/2011 às 14:51:20
Em São Carlos, interior de São Paulo, imagens de alunos fazendo sexo dentro de sala de aula foram divulgadas na internet. A Escola Estadual Jesuíno de Arruda já está sendo investigada. A instituição comunicou que o conselho tutelar não foi avisado de imediato para preservar a identidade dos menores. 
  
Um rapaz de 15 anos e uma aluna de 14 anos faziam aulas de recuperação quando gravaram as cenas. A suspeita é de que o estudante gravou as imagens pelo telefone celular e repassou para os colegas depois. 
Veja vídeo:
Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br